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sábado, 10 de dezembro de 2011

Para Não Dizer Que Não Falei de Monkeys



Faça Humor Não Faça Guerra


Abertura Vídeo Clic no Azul...


http://www.youtube.com/watch?v=xwgYw-Ow1t0

Faça Humor, Não Faça Guerra é o nome de um programa humorístico produzido pela Rede Globo e exibido entre 1970 e 1972, que contava com textos de Max Nunes, Haroldo Barbosa, Renato Corte Real e Jô Soares, entre outros, e tinha a direção de João Lorêdo e Carlos Alberto Loffler. O programa ia ao ar semanalmente às 21h, logo depois da telenovela das oito. O nome era uma alusão jocosa à frase de efeito, muito popular na época, "Faça amor, não faça a guerra"

Mas o que Tem Isso a Ver com...

Macacos?

Tudo\Nada!

Socrates!
"O Filósofo grego, ou o Grande Jogador do CorinthiA e da Seleção..."

Não!

O Personagem do Programa Faça Humor Não Faça Guerra:  Socrates "O macaco".

Sócrates

Planeta dos Homens certamente foi um dos melhores programas de humor de todos os tempos. Exibido pela Rede Globo todas as segundas-feiras, de 1976 a 1982, tinha textos de Jô Soares, Max Nunes, Hilton Marques, Haroldo Barbosa e Luis Fernando Veríssimo, entre outros craques. Os macacos eram interpretados por Orival Pessini, mas foi o inteligentíssimo Sócrates quem fez mais sucesso. A abertura do Planeta dos Homens era inesquecível: uma mulher saia de uma banana quando o macaco Sócrates a abria

Também e a Propósito:

Idi Amin

A Fundação Zoobotânica informou, nesta terça-feira (6), que o gorila Idi Amin está sendo medicado e passa por um tratamento devido a uma infecção no antebraço esquerdo. Parte da pele do animal infeccionou após um ferimento. 
Ainda segundo a fundação, os veterinários prescreveram doses de antibióticos e antiinflamatórios para o gorila, que responde bem ao tratamento e não corre risco de morrer. Por causa do período chuvoso, ele e duas fêmeas da espécie estão sendo mantidos em um abrigo coberto.

Mas o que tem a Ver Idi Amin "O Gorila"

Tudo\Nada:

É um Gorila e está de acordo com nossos propósitos "Falar de Monkeys e de Homens"

Seu Nome Idi Amin, foi dado em "Homenagem", "Não Sei" se foi Homenagem ao Gorila, acredito que foi uma 'espécie' de pré-conceito zoológico, pois a relação é com o ditador de Uganda, ou melhor, do ex-ditador de Uganda Idi Amim Dada....

Também música do Rauzito "Raul Seixas:


Idi Amin Dadá  Clic no   AZUL...


http://www.youtube.com/watch?v=NkQZPcgqDSs

Trocadilho Informativo:

O nome do seguidor de Hitler é IDI AMIM DADA , que foi um militar e ditador de Uganda, que governou o país de 1971 a 1979 e a musica de Raul Seixas se chama IDE A MIM DADA que significa que ele quer que algo seja dado para ele (que algo venha a ele) e nao IDI A MIM DADA.

Idi Amin Dada Oumee (Koboko, 1925 — Jidá, 16 de Agosto de 2003) foi um militar e ditador de Uganda, que governou o país de 1971 a 1979.
Da etnia kakwa, sua ditadura foi caracterizada por genocídios e requintes de crueldade utilizados nas execuções, daí as alcunhas de "o talhante (açougueiro) de Kampala" e "senhor do horror", atribuídas a ele pelo povo ugandense. Idi Amin assumiu o governo de Uganda quando era comandante-chefe das Forças Armadas, destituindo o antigo governo civil. Era defensor de Adolf Hitler e favorável à extinção do Estado de Israel. O seu governo terminou em 1979, quando as tropas da Tanzânia, que nunca reconheceram o seu governo, o destituíram sob o apoio dos ugandenses.

Biografia

Idi Amin Dada nasceu numa pequena tribo de camponeses muçulmanos de Kakwa nas margens do rio Nilo, num dos distritos mais remotos de Uganda.
Alistado no Exército britânico, foi inicialmente ajudante de cozinha do regimento britânico King's African Rifles. Impressionou com seu 1,90 metro de altura, e os seus 110 quilos bem como a sua habilidade pugilística, que o converteram num campeão de boxe na categoria de pesos-pesados do seu país, de 1951 a 1960. Após a independência do país, em 1962, tornou-se chefe do Exército do presidente Milton Obote. Após o golpe de estado, depois de alguns meses de moderação, iniciou rapidamente a arbitrariedade como estilo de seu governo, que durou oito anos, sendo um regime brutal que deixou um país arruinado e 400 mil ugandenses mortos. Demonstrando um temperamento megalômano, vingativo e violento, expulsou, em 1972, cerca de 40 mil asiáticos, descendentes de imigrantes do império britânico na Índia, dizendo que Deus lhe havia dito para transformar Uganda num país de homens negros. Uma figura grande e imponente, o seu comportamento excêntrico criou a imagem de um homem dado a explosões irregulares e foi chamado de "Big Daddy". Uma vez declarou-se "rei da Escócia", proibiu os hippies e as minissaias, e chegou a um funeral da realeza saudita usando um kilt. Certa vez (1999) disse a um jornal ugandense que gostava de tocar acordeão e de recitar o Alcorão. Ficou conhecido também por debochar de vários líderes internacionais: afirmava dar conselhos ao presidente americano Richard Nixon, criou o "Fundo Ugandense para a Salvação da Inglaterra" e cogitou a transferência da sede da ONU de Nova York para a capital de Uganda. Depois de assumir o poder (1971), tornou-se um ditador que violava os direitos humanos fundamentais durante um "reinado de horror", segundo a Comissão Internacional de Juristas. Foi um dos déspotas mais sanguinários da África tendo tomado o poder num golpe militar, derrubando o presidente Milton Obote.
Foi denunciado dentro e fora do continente africano por matar dezenas de milhares de pessoas durante seu governo. Algumas estimativas dizem que o número ultrapassa as cem mil pessoas. Muitos ugandenses acusavam o ex-campeão de boxe de manter cabeças decepadas no frigorífico, de alimentar crocodilos com cadáveres e de ter desmembrado uma de suas esposas. Alguns diziam que praticava canibalismo.
Rompeu relações diplomáticas com Israel, ordenou a expulsão de 90 mil asiáticos, a maioria comerciantes indianos e paquistaneses, e de vários judeus. Foi recebido, em 1975, pelo Papa Paulo VI como chefe em exercício da Organização da Unidade Africana. Foi notícia internacional em 1976 quando, depois do sequestro de um avião da Air France por terroristas palestinos e da intervenção das Forças de Defesa de Israel (FDI) na operação militar conhecida como Operação Entebbe (ocorrida no aeroporto de Entebbe - nome do aeroporto onde se sucederam os fatos, que fica nos arredores de Kampala, a 37 km do centro da cidade), foram libertados todos os reféns. O ataque deixou 31 mortos, entre eles 20 ugandenses, uma intervenção que foi encarada como uma humilhação pessoal, pois Idi Amin na ocasião declarava-se neutro para a imprensa internacional, quando na verdade apoiava os sequestradores palestinos.
Rompeu em 1976 relações diplomáticas com o Reino Unido e, dois anos depois, fracassa um atentado contra ele nos subúrbios de Kampala. Exilado na Tanzânia, o líder por ele derrubado Milton Obote convocou um ataque e, no dia 11 de abril de 1979, o ditador foi derrubado pela Frente Nacional de Libertação do Uganda (FNLU), pelas forças do presidente da Tanzânia, Julius Nyerere, e de exilados ugandenses, e um novo regime, dirigido por Yusuf Lule, chefe do FNLU, também seria destituído no dia 20 de junho por Godfrey Binaisa.
Abandonou então o país e fugiu para a Líbia, mas teve de procurar um novo refúgio quando o presidente líbio Muammar al-Gaddafi o expulsou do país. Recebeu asilo da Arábia Saudita em nome da caridade islâmica, onde passou a viver até o fim de sua vida, acompanhado pelas suas quatro esposas e seus mais de 50 filhos. Quando o seu estado de saúde se agravou, em julho, uma de suas quatro mulheres pediu para voltar a Uganda para morrer, mas o atual governo negou o pedido, sob o argumento que se retornasse ao país seria julgado pelas suas atrocidades.

Morte

Gravemente doente foi internado na Unidade de Tratamentos Intensivos e morreu no Hospital Especialista Rei Faisal, em Jeddah, Arábia Saudita, de complicações devido à falência múltipla de órgãos. Foi enterrado na cidade saudita de Jeddah, onde viveu a maior parte do tempo desde que foi deposto (1979), num pequeno funeral horas depois de sua morte no sábado, 16 de agosto de 2003. Os ugandenses reagiram com uma mistura de alívio com a morte de um tirano e a nostalgia por um líder que muitos aplaudiram por expulsar asiáticos que dominavam a vida econômica

Bem, com essa biografia, acredito que foi preconceito com o Macaco: O Idi Amin do "Zoo"., pois O Ditador a Min "a mim Cruz & Credus", matou muita gente "300 mil " pelo poder e também pelo simples fato de matar...Prefiro os Monkeys!

Idi Amin Virou tema para um Filme "O Último Rei da Escócia", o Dada, não o Gorila:

O Último Rei da Escócia / O Último Rei da Escócia , estrelado porForest Whitaker, ditador de Uganda Idi Amin, eu reanimado com sucesso. O ex-campeão de boxe, Idi Amin, estátua de Hitler em memória de plantio Bill em Nyerere'yi cabeça da Tanzânia de Estado, Muhammad Ali no ringue e então como ele convidados a compartilhar suas trunfo fazendo boxe, os britânicos enviaram uma "corrida de bananas Comer enviar" mensagem, que vão desde acusações de canibalismo em história da humanidade notória tem uma memória comum é birfigür muito anedótico.
Considerado como um número dos vencedores das líderes no palco da história no que diz respeito a todos, não menos. Mas, infelizmente, o oposto é o caso em questão. Adolf Hitler, Mussolini, Pinochet, Franco, Karadzic, Milosevic, Kim Il Sung, Mao ... Muitos de morte, os nomes dos líderes que se reuniram em volta do pescoço a fim dor vebalini levantado, Cem Karaca 's as palavras "aqui é o caminho para a aldeia." Mas há um líder, graças ao seu nome nos dias de hoje é muitas vezes 25 Şubat'da Oscars serão distribuídos, mesmo que começamos a ouvir.

Cruzis & Credus quanto Ditadorzinho...Salve os Macacos!

Salve King Kong!

King Kong

Mais do que um personagem, King Kong é um verdadeiro ícone da cultura pop universal. Três versões foram realizadas por Hollywood para contar a história do gigantesco gorila que se apaixona por uma loira de tirar o fôlego: em 1933 (a melhor delas), 1976 e 2005. Nessa foto, vemos a versão de Peter Jackson (da série O Senhor dos Anéis), que foi estrelada pela bela Naomi Watts.
King Kong é um personagem fictício, um gigante monstro de filme parecido com um gorila , que já apareceu em diversos filmes desde 1933. Estes incluem o inovador filme de 1933 , os remakes de filmes de 1976 e 2005 , bem como diversas seqüelas dos dois primeiros filmes. O personagem se tornou um dos ícones do mundo do cinema mais famosos e, como tal, transcendeu o meio, aparecendo ou ser parodiado em outros trabalhos fora dos filmes, como uma série de desenhos animados , livros, quadrinhos , mercadorias diversas e parafernália , vídeo games , passeios de parque temático, e até mesmo uma peça de teatro próximo. [ 1 ] Seu papel nas narrativas diferentes varia, variando de um monstro furioso a um trágicoanti-herói . Os direitos do personagem estão atualmente detidas pela Universal Studios , com direitos limitados na posse da propriedade de Merian C. Cooper e talvez certos direitos no domínio público

Prefiro o KinG "Rei" não Ditador Kong, O Digit, o Sócrates, o Joe, o Magila, do Desenho e o Boxeador, a Xita, a Jane...

KING KONG. CASAL FRANCÊS ADOTA GORILA DE 13 ANOS. "Digit" passa os dias no zoo. À noite pode dormir na cama com os "pais". Você adotaria um gorila?

PIERRE, ELLIANNE E A "FILHA" DIGIT .

 A cada dia sabemos de fatos mais surpreendentes. Alguns adotam crianças abandonadas, outros animais. Nada contra adoções. Demonstra que são pessoas com bons sentimentos e que querem praticar o bem. O casal francês Pierre e Elianne Thivillon, que não têm filhos, adotou o gorila fêmea "Digit", que passa os dias no zoológico e as noites na casa do casal, na cidade de Saint-Martin-La-Plaine, na França. Você adotaria um animal do tipo do King Kong? Ele pode ser muito imprevisível.

Isso é inusitado, considerando que Digit tem uns 80 quilos de peso e, apesar de tudo, continua sendo um animal selvagem. Pierre disse que ao longo de 13 anos de relacionamento, o casal -que cuida do zoológico- criou um laço afetivo muito grande com o animal. Eles resolveram assumir a "guarda" de Digit depois que a mãe do gorila se recusou a amamentá-lo.

O casal é experiente no trato com animais, segundo as informações da imprensa, mas ambos dizem que cuidar de um gorila não é uma tarefa fácil. Desde que adotaram a meiga Gorila não podem mais sair à noite. O gorila também tem regalias - como poder dormir na cama com o casal e direito a toda atenção dos dois.

Não sou do tipo desmancha prazer, e nem me meto a ensinar o padre a rezar. Mas, pelo que já li sobre comportamento animal, e por observação direta, fico muito preocupado com a seguranças desses pais adotivos.

Os animais em geral (incluíndo os seres humanos) manifestam certas repetições de comportamento, o que acaba permitindo traçar um perfil de personalidade e temperamento. Um homem que pareça um bom homem, quase sempre o é. Mas podemos nos enganar, não? As aparências enganam.

Isso também vale para o reino animal. O ser humano está acostumado com certos animais domesticados ao longo de milhares de anos, como o gado vacum, os porcos, as galinhas, as ovelhas, e os nossos amigos fiéis, os cães. Os cães, de modo geral, são imensamente confiáveis. Mas sabemos de acidentes horríveis com alguns animais ou raças cruzadas para a luta que podem ter mudanças bruscas de comportamento e matar uma pessoa. Os jornais trazem notícias assim com certa frequência.

Os grandes macacos, como gorilas, chimpanzés e oroangotangos (especialmente os chimpanzés) tem um comportamento social muito parecido com o dos humanos. Não à toa somos parentes bem próximos dos simpáticos (mas cruéis) chimpanzés.

Certamente um casal que lida com um zoo sabe disso tudo, e devem confiar muito no seu conhecimento sobre Digit e o comportamento de um gorila. Mas é um risco imenso, pois gorilas e orangotangos são mais distantes de nós que um chimpanzé.

E mesmo um chimpanzé não é confiável, incluindo os nascidos em cativeiro. São animais selvagens, muito instintivos, por maior sentimento de grupo e rudimentos de cultura que possam demonstrar, conforme lemos em especialistas como Franz de Waal (um dos maiores especialistas em chimpanzés do mundo). Ou nos relatos comoventes da cientista observadora de gorilas e chimpanzés, Jane Goodall. Continuam sendo estranhos para nós.

JANE GOODALL, A GRANDE PESQUISADORA DE MACACOS

Recentemente tivemos a notícia da americana que teve o rosto mais ou menos recomposto, após inúmeras cirurgias, após tê-lo destruído pela fúria de um chimpanzé de apenas 3 anos. E um chimpanzé muito bem educado e condicionado para o trato com pessoas. Um verdadeiro artista, pois fazia filmes para comerciais de TV, tendo sido usado em um dos filmes para a McDonald´s americana e outros fabricantes.

CHARLA NASH, 57 ANOS. ANTES E DEPOIS. MAS DEPOIS DA OPERAÇÃO!
IMAGINEM O ESTRAGO FEITO POR "TRAVIS"

Pois num certo dia o chimpanzé, chamado Travis, que morava com sua dona em Stanford, Connecticut, teve um ataque de fúria e escapou. Uma vizinha, Charla Nash, que foi chamada para ajudar a capturá-lo, e que o conhecia bem e era sua amiga, teve  os dois olhos furados, o nariz arrancado, assim como o maxilar superior!

Um chimpanzé adulto, embora relativamente pequeno, se comparado a um gorila, tem a força de 6 a oito homens adultos. É um verdadeiro Hércules. Imaginem a surpresa e a dor da pobre mulher. Ficou absolutamente desfigurada. No dia do ataque Travis foi morto, baleado pela polícia. Nash continua tentando receber uma indenização, mas a dona do chimpanzé morreu do coração após o drama pelo qual passou a sua vítima.

Um chimpanzé ou um gorila não podem ser vistos como um bichinho de estimação. São feras. Feras que aparentam doçura, mas mesmo assim feras. Estão longe do sentimento de um apaixonado King Kong, possível apenas no cinema.

LEIA MAIS SOBRE O FILME KING KONG NO WIKIPEDIA:

King Kong é um personagem de cinema, um gorila gigante, famoso pelo clássico filme King Kong. O nome do primata é Kong, sendo o prenome King (Rei, em português), dado pelos promotores da desastrosa exibição pública em Nova York, contada no filme.

SINOPSE

Um cinegrafista fracassado, em sua tentativa desesperada de fazer um best-seller, contrata uma atriz recém-desempregada chamada Ann Darrow e embarca em um navio fretado para a Ilha da Caveira. Lá, eles encontram uma tribo de nativos que veneram um gorila gigante, de nome Kong. Ann Darrow é sequestrada e oferecida como sacrifício a Kong. Para recuperá-la, os tripulantes, o cinegrafista e o escritor do filme têm que enfrentar dinossauros, insetos gigantes e o próprio gorila, que se apaixonou pela atriz. Depois de resgatada, Ann Darrow tenta libertar Kong do cinegrafista, que teve a idéia de exibí-lo na Broadway e lucrar com isso. Kong escapa e destrói quase toda a cidade em busca de sua amada. A cena final, no Empire State Building, é uma das cenas mais reproduzidas da história, aparecendo até em desenhos infantis e comédias.

FILMOGRAFIA

1933 : King Kong, de Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack
1933 : The Son of Kong
1962 : Kingukongu tai Gojira, de Ishirô Honda e Thomas Montgomery
1967 : Kingukongu no gyakushu, de Ishirô Honda
1976 : King Kong, de John Guillermin
1986 : King Kong Lives, de John Guillermin e Charles McCracken
2005 : King Kong, de Peter Jackson
http://pt.wikipedia.org/wiki/King_Kong

Já que Escapamos para uma Filmografia, vale ver:

Nas Montanhas dos Gorilas

Clic no Azul
Em nome da ciência e em defesa dos animais

Pesquisar exige coragem. Para ser pesquisador é preciso ultrapassar as mais diferentes e difíceis barreiras. Não há resultados finais que não sejam produto de horas e horas de dedicação, de empenho. Esse trabalho se estende ao longo de anos e também exige a privação de momentos com a família, os amigos e das necessárias horas de lazer.

Não estou dizendo isso para desanimar ou desestimular o surgimento de novos pesquisadores, pelo contrário, coloco as pedras no caminho para que as pessoas interessadas percebam as intempéries e que mostrem a necessária iniciativa e força que se espera de todos aqueles que se mobilizam e perseveram no campo da ciência.

Dian Fossey enfrentou desafios que teriam desestimulado muitas pessoas a realizar os trabalhos e avanços a respeito de gorilas por ela registrados e difundidos mundo afora. Resistências que surgiram desde o princípio, quando ainda fazia os contatos iniciais com o célebre e respeitado antropólogo Louis Leakey. Sendo uma jovem mulher norte-americana, com poucas e incipientes experiências na temática, apesar de sólida base acadêmica, Fossey foi olhada com desconfiança e poderia ser rejeitada caso não se mostrasse persistente.

Além desses percalços iniciais, a pesquisadora foi enviada a um outro país, de diferente cultura, para se estabelecer no meio de uma floresta e observar animais sobre os quais poucos registros e documentos já haviam sido produzidos e divulgados. Se não bastasse tudo isso, como todos os pesquisadores, tinha que conseguir financiadores dispostos a bancar suas pesquisas e lidar com autoridades governamentais que muitas vezes não pareciam interessadas em proteger e estimular seus projetos.

Dian Fossey conseguiu em seus anos de trabalho criar referências importantes para o trabalho com primatas. Seus conceitos e idéias continuam sendo lidos, estudados, repensados e atualizados. Há, no entanto, um pormenor de grandiosa importância na obra que nos foi legada por Fossey, ou seja, o seu envolvimento na defesa de espécies em extinção constituiu uma luta pioneira em prol do meio ambiente numa época em que os primeiros passos ainda estavam sendo dados nesse campo de atuação.

Para uma mulher que chegou a assumir a pecha de bruxa a ela atribuída por nativos locais e que usufruiu das lendas que foram criadas a seu respeito para proteger os animais e também aprofundar estudos e garantir a continuidade das pesquisas, sua morte prematura é apenas uma demonstração dos vários riscos reais que ela corria.

Seus esforços não foram em vão. O trabalho que desenvolveu ganhou notoriedade a partir de Leakey e da National Geographic Society e todo o prestígio por ela angariado resultou no surgimento de uma fundação internacional que luta pela preservação dos gorilas das montanhas onde realizou suas jornadas e anotações.

Essa instituição se chama The Dian Fossey Gorilla Fund International e possui, inclusive, site na Internet (www.gorillafund.org). Sua história passou a ser mais conhecida mundo afora em virtude do filme de Michael Apted, estrelado por Sigourney Weaver e Bryan Brown, “Nas Montanhas dos Gorilas”, produção de 1988.

Vale a pena conferir essa história e saber mais sobre a luta em favor da preservação dos primatas e também alguns caminhos da ciência e da pesquisa.

O Filme

O doutor Louis Leakey precisava de um voluntário para realizar importante trabalho de pesquisa pelo período de seis meses em montanhas africanas. Esse projeto se relacionava ao estudo dos hábitos dos grandes primatas, os gorilas. Estávamos na segunda metade dos anos 1960 e, definitivamente não era fácil naquele tempo conseguir um auxílio tão prestimoso e especializado, mesmo nos Estados Unidos.

Depois de enviar algumas cartas se candidatando a vaga, Dian Fossey (Sigourney Weaver) resolveu conseguir o encargo indo pessoalmente atrás de Leakey. Encontrou com o antropólogo logo depois de uma de suas disputadas palestras e, em virtude de sua grande insistência, acabou conseguindo a vaga.

Embarcou em um avião algum tempo depois e foi ao encontro de Leakey na expectativa de realizarem o trabalho conjuntamente nas florestas da África. Foi surpreendida pelo fato do antropólogo recepcioná-la, orientá-la quanto aos trabalhos, auxiliá-la no que se referia aos documentos e aos nativos com os quais iria trabalhar e, depois de tudo isso, deixar-lhe para que executasse as pesquisas por sua própria conta e risco.

Isso parecia ser mais uma provocação e um desafio do renomado doutor. Dian Fossey se mostrou forte e encarou o desafio. Entrou no meio da selva carregando alguns livros sobre o assunto e tendo ao seu lado apenas alguns ajudantes, entre os quais o fiel Sembagare que a acompanhou durante toda a sua trajetória de trabalhos.

Seu primeiro encontro com os gorilas não podia ser mais desafiador. Apesar de saber que não deveriam correr se fossem atacados pelos primatas, Dian e Sembagare não resistiram e bateram em retirada. O resultado foram tombos e escoriações, felizmente nenhum osso quebrado.

A seqüência dos trabalhos foi aos poucos consolidando as idéias que referenciavam inicialmente sua pesquisa. A aproximação da pesquisadora com os símios se deu de forma gradual, consolidando as relações entre Fossey e os grupamentos em extinção, constantemente ameaçados pelos caçadores que buscavam as cabeças dos gorilas para enfeitar suas salas e as mãos desses animais para transformar em portentosos cinzeiros.

“As Montanhas dos Gorilas” nos coloca em contato com as experiências de Fossey e sua relação mais que especial com os primatas. Inovadora e valente, Dian enfrentou a solidão, a distância da família e do país de origem, os caçadores de gorilas, a corrupção das autoridades e acabou ocasionando o surgimento de um trabalho importantíssimo para a compreensão desses animais e, principalmente, para a proteção desses símios em reservas ambientais. Não percam!

Aos Professores

1- Que tal propor um estudo gráfico e artístico com os alunos tendo como tema os animais em extinção no Brasil e no Mundo. Criar mapas localizando os espaços onde os últimos espécimes de um determinado animal continuam a viver; buscar as quantificações e dados mais recentes coletados pelos ambientalistas; verificar quais as medidas que estão sendo tomadas nos diversos casos pelas autoridades de cada país; criar campanhas de conscientização e apresentar isso publicamente podem ser caminhos para que os estudantes percebam o problema, manifestem sua indignação e sensibilizem outras pessoas.

2- Há outros institutos como aquele criado para perpetuar as lições e o trabalho de Dian Fossey? Que outros animais são alvo de campanhas de proteção internacional? Como é feito esse trabalho? De que forma essas instituições conseguem resultados positivos nessa difícil empreitada? Promova pesquisas pela Internet, motive os estudantes a entrar em contato com esses grupos de defesa da fauna (e também da flora), retirem das práticas desses institutos as lições que podem nos ajudar a mobilizar os brasileiros em defesa de nossos animais...

3- A pesquisa é um dos principais subsídios que nos é dado pelo filme de Michael Apted. Percebemos as referências a esse assunto quando vemos os caminhos percorridos por Dian Fossey:- Da participação em palestras (como no início do filme), passando pela utilização e apoio dos livros, caminhando pelas técnicas de observação e pelas anotações, tendo como base a pesquisa de campo e determinando o surgimento de artigos e materiais escritos. Que tal levar os estudantes a percorrer os mesmos caminhos de Fossey e realizar pesquisas de campo referenciadas por bibliografias sugeridas?

4- Uma outra alternativa interessante para o trabalho com o filme é levar biólogos ou especialistas em animais para conversar com os estudantes e apresentar as espécies. Ao organizar essas visitas os alunos devem estar orientados para os temas a serem discutidos tendo, previamente, feito levantamentos para poder questionar e participar de forma ativa no encontro. Dá para descobrir e comparar informações, gerar textos, promover o surgimento de blogs e páginas da Internet ou ainda fomentar o surgimento de um jornal sobre os animais apresentados (entre muitas outras possibilidades).

Ficha Técnica

Nas Montanhas dos Gorilas

Título Original: Gorillas in the mist
País/Ano de produção: EUA, 1988
Duração/Gênero: 129 min., Drama
Direção de Michael Apted
Roteiro de Anna Hamilton Phelan
Elenco: Sigourney Weaver, Bryan Brown, Julie Harris,
John Omirah Miluwi, Iain Cuthbertson,
Constantin Alexandrov, Waigwa Wachira, Iain Glenn.

Links
 http://www.cineclick.com.br/cinemateca/ficha_filme.php?id_cine=8392
 http://www.imdb.com/title/tt0095243/ (em inglês).

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http://www.youtube.com/watch?v=gn6E-GOEBjk

Aida Sobre Macacos:


Chita
Diferente do Xico, a famosíssima macaca Chita, companheira de aventuras de Tarzan, era um macho. Em 2006, quando completou 74 anos, Chita ganhou uma festança em Hollywood, sempre ao lado do amigo e tratador Dan Westfall. Chita coestrelou uma série de filmes Tarzan nos anos 30 e 40 e se aposentou nos anos 60. Viveu tranquilamente desde então em Palm Springs (Califórnia, EUA) e foi parar no livro Guinness de Recordes, como o chimpanzé mais velho do mundo. O normal para a espécie é viver até os 40 anos. A última vez que Chita apareceu nas telas foi no filme Dr. Doolitle (1967), ao lado de Rex Harrison.

Gorila Joe

No filme Poderoso Joe, dirigido por Ron Underwoodo, em 1998, a jovem Jill (Charlize Theron) foi criada com o gorila Joe, mas eles passam a sofrer a perseguição dos caçadores. Para proteger seu amigo, ela aceita a oferta de um zoólogo (Bill Paxton) e interna o bicho numa reserva animal nos EU.

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Catarina
A MAcaquinha da Xuxa. "Sem Trocadilhos!".
Quem pensa que Xuxa Meneghell é apenas a Rainha dos Baixinhos se engana. Ela também é a Rainha dos Bichinhos... E a prova disso foi sua amizade com a chimpanzé Catarina, um dos destaques do DVD Xuxa Só Para os Baixinhos 2, realizado em 2001. Quem via as duas, inseparáveis, na gravação, ficava encantado com o carinho da loira pela macaquinha.
Xico ou Xicos: "Não Anísios"
"Melhor Humorista do Brasil, se Não Um dos Maiores do Mundo: Salve Chico!
Em Caras & Bocas, a chimpanzé Kate "interpreta", o pintor Xico e aparece tanto quanto os protagonistas humano.
Também Homenaem ao Velho Xico "Macaco da Praça de Camaquã Rs" No Trocadilho alusão ao Velho Chico "Rio".
Fonte:
Parte de Textos:

Com Tanto Macaco já é coisa planetária:

"Herdeiros da Esperança"

Quando a saga de O Planeta dos Macacos estreou na TV americana, em 1974, muita gente achou que a famosa série do cinema não conseguiria repetir o êxito que teve na telona. A verdade é que a versão para a TV alcançou um público relativamente grande e deu sobrevida a um dos épicos mais importantes da ficção científica moderna. Mas, apesar de ter alcançado sucesso, a série teve apenas treze episódios.

Um dos melhores episódios, talvez o melhor, foi "A Herança", onde os dois astronautas Burke e Verdonchegam mais próximos de conseguir descobrir o que houve com a civilização humana e, quem sabe, tentar reconstruí-la. Durante sua viagem fugindo da perseguição dos macacos, Burke, Verdon e o chimpanzé Galen acabam encontrando um cidade em ruínas. Os poucos humanos que eles encontram vivem em péssimas condições vagando pelos escombros da cidade. Quando tentam se comunicar com um desses humanos surge uma patrulha gorila. Os três conseguem escapar sem ser vistos pelos gorilas e, depois do perigo ter passado, se deparam diante de um edifício muito antigo que descobrem ser um velho centro de pesquisas científicas de Okland, perto do que fora San Francisco. Dentro do prédio destruído eles encontram, oculto em um cofre escondido pelo entulho, um projetor holográfico bastante avançado que, quando ativado, transmite a imagem de um dos cientistas do instituto com uma mensagem revelando que, naquela cidade, existe outro cofre secreto contendo boa parte do conhecimento humano acumulado ao longo da história. Quando a máquina vai lhes revelar a localização do cofre ela para de funcionar . Verdon e Burke decidem reparar o projetor mas, quando saem do edifício para buscar o que precisam para fazer os reparos , se deparam com a patrulha gorila novamente. Burke e Galen conseguem escapara mas Verdon é capturado e, junto com ele, uma mulher. Os gorilas os prenderam graças a um garoto faminto que havia visto Verdon em fuga e o denunciou em troca de um pedaço de pão.

A partir desse ponto o episódio mostra Zaius e Urko chegando a cidade depois de terem sido avisados da captura de Verdon. É nesse instante que "A Herança" mostra uma de suas principais virtudes, mostrando o relacionamento de Zaius e Urko de uma maneira mais detalhada. Fica claro para o telespectador que os dois agem e pensam de maneiras muito diferentes, apesar de o objetivo de ambos ser o mesmo. Com Verdon nas mãos, Urko pensa em torturá-lo para obter as informações que quer mas Zaius tem outros planos.

Quando Verdon foi capturado a foto de sua família que ele levava consigo foi tomada pelos gorilas e acaba indo parar nas mãos de Zaius. Ele se mostra intrigado com a foto e se pergunta como ela foi feita durante a conversa com Urko. Diante da indiferença desse último Zaius decide expor seu plano. Ele decide fazer uma experiência com Verdon. Zaius acredita que, pelo fato de os humanos serem muito sensíveis sobre assuntos de família, expor Verdon a uma situação que o faça lembrar de sua própria família irá fazê-lo "baixar a guarda" e revelar as informações que ele (Zaius) quer obter. Urko, é claro, não fica nada satisfeito e ainda insiste em seus métodos violentos......mas acaba acatando as ordens de Zaius e manda prender Verdon junto com a mulher e o garoto.

Verdon é colocado junto com a mulher e o garoto em uma mansão abandonada. Os três, naturalmente, começam a se conhecer. Verdon descobre que a mulher, Arn, é viuva de um humano rebelde e o garoto Kraik vivia abandonado pelas ruas da cidade e praticava pequenos furtos. O que Verdon e Arn não sabem é que Kraik havia sido instruído pelos macacos a lhes revelar tudo que Verdon lhe dizia.

Sem saber dos planos de Zaius, Verdon vai estreitando cada vez mais seus laços com Arn e Kraik. Enquanto isso acontece, Burke e Galen conseguem consertar o projetor holográfico.

Por causa de um desentendimento com Verdon, Kraik se revolta e decide contar tudo que o astronauta lhe contou até então para o oficial gorila que é seu contato. Mas Kraik se arrepende do que fez e acaba revelando os planos dos macacos para Verdon. Os três decidem fugir para tentar encontrar Burke e Galen. Eles conseguem escapar e partem direto para o prédio onde o projetor está. Chegando lá descobrem que Burke e Galen já haviam partido. Verdon, então, decide ativar o projetor na esperança de que ele lhe revele a localização do cofre científico e assim encontrar seus amigos. Mas, no exato momento em que a imagem holográfica iria llhe revelar a localização do cofre, Zaius e Urko chegam ao edifício juntos com vários soldados.

Verdon e o outros só têm tempo de se esconder. Zaius consegue ativar o projetor e este finalmente revela a localização do cofre em uma antiga estação ferroviária. Os macacos partem para lá. Verdon acha que não conseguirão chegar a tempo para alertar Burke e Galen mas Kraik lhe conta que existe um caminho mais curto para a estação e os três partem o mais rápido possível.

Os três chegam à estação a tempo de encontrar Burke e Galen lidando com todo o equipamento que encontraram no cofre científico secreto. A sala está repleta de computadores contendo todo o conhecimento da civilização humana. Mas Verdon decide que infelizmente terão que deixar tudo para trás pois Zaius e Urko já estão chegando. Eles só têm tempo de fugir o mais rápido que podem. No momento seguinte Zaius e Urko chegam a estação. Eles encontram a sala de computadores e Zaius não esconde seu desapreço pela civilização humana. Ele ordena que os gorilas destruam tudo mas Urko hesita em cumprir a ordem, achando que o conhecimento que ali existe poderia dar muito mais poder aos macacos. Zaius, claramente impaciente com a ignorância de Urko, prova para ele que seria perigoso ter esse conhecimento em mãos. Nessa cena, fica evidente como Zaius consegue manipular Urko facilmente numa clara demonstração de que como se dão as relações de poder em uma sociedade autoritária. Urko representa o braço armado dessa sociedade que, apesar de seu imenso poder, não passa de um joguete nas mãos do poder muitas vezes exercido por pseudo-intelectuais como Zaius.

Os macacos acabam destruindo o complexo científico mas Verdon e os outros conseguem escapar ilesos. Arn e Kraik são deixados seguros em uma fazenda cuidada por humanos e Verdon, Burke e Galen prosseguem sua viagem.

"A Herança" foi escrito para ser o último episódio da série mas, por razões não muito claras, acabou sendo o quinto episódio exibido. O roteirista Robert Hamner colaborou em várias séries famosas dos anos 60 e 70. Se prestarmos mais atenção vamos ver que os computadores que aparecem nesse episódio são velhos conhecidos nossos que já vimos nos cenários de Perdidos no Espaço, Túnel do Tempo, Viagem ao Fundo do Mar e outros seriados clássicos. Esse recurso de reaproveitar cenários e equipamentos de outras séries e filmes era relativamente comum na TV americana daquela época. Mas tudo isso é compensado pela boa história de Hamner que soube explorar bem o relacionamento de Zaius e Urko e também o de Verdon com Arn e Kraik dando assim bons momentos para os atores que, sob a direção corretíssima de Bernard McVeety, tornam "A Herança" um episódio cheio de detalhes interessantes que infelizmente não foram melhor aproveitados nos episódios seguintes da série.

Frase memorável: "O homem soube criar tudo isso e fazer tão pouco uso disso" (Galen sobre o conhecimento científico da humanidade).

Ficha Técnica

Atores convidados: Zina Bethune (Arn); Jackoe Earle Haley (Kraik) e Robert Philips (gorila capitão).
Roteiro: Robert Hamner
Direção: Bernard McVeety.

Link: www.angelfire.com/pa2/trekker/POTA.html

Alfonso Moscato é colaborador do RetrôTV.

Planeta dos macacos, 1968
Nesse clássico da ficção científica de 1968, Charlton Heston vive um piloto americano que, durante uma viagem ao espaço, vai parar num planeta dominado por macacos falantes, que escravizam os homens. Mas, no final, o rapaz descobre que está na Terra mesmo, só que no futuro. Planeta dos Macacos é considerado um dos 50 melhores filmes de todos os tempo.


  Vídeo Cllic no Azul


Elenco:



  • James Franciscus (John Brent)
  • Kim Hunter (Zira)
  • Maurice Evans (Dr. Zaius)
  • Linda Harrison (Nova)
  • Paul Richards (Mendez)
  • James Gregory (General Ursus)
  • Jeff Corey (Caspay)
  • Natalie Trundy (Albina)



http://www.adorocinema.com/filmes/de-volta-ao-planeta-dos-macacos/trailers-e-imagens/#video-3785

Planeta dos macacos 2, 2001
Refilmado por Tim Burton em 2001, Planeta dos Macacos não chegou aos pés da versão anterior. Mesmo assim o filme vale ser assistido pela incrível maquiagem, que deixou os atores perfeitos.
Tantos Personagens, Heróis Macacos, não poderia faltar o Velho Maguila.
Não o Maguila Boxeador, mas quem sabe também, pois é heroi brasileiro, sem preconceitos e aqui a homenagem de Nomes é Dual:
Nosso Maquila de Todas as Idades:
Maguila, o gorila
O desenho animado Maguila, o Gorila foi criado em 1963 pela empresa Hanna Barbera e durou três anos. O protagonista era um primata que usava gravata borboleta, sapatos enormes, suspensório e bermuda. Ele vivia numa loja de animais, onde aprontava todas, mas também se aventurava fora de lá, onde bancou o escoteiro, trabalhou num circo e foi até à lua num foguete. Magila, o Gorila exibido até pouco tempo pelo canal a cabo, Boomerang.
Para  Finalizar por Hora:

Dance Monkeys, Dancem!

Clic no Azul


Clic no AZUL

"The Monkeys: He, He The Monkeys!"
Jane Cantando My Tarzan.
aY..


Por Referências Hoje:


Chico & Jô


Homenagem aos Dois Maiores Humoristas Brasileiro.


http://listastop10.blogspot.com/2010/07/top-10-personagens-de-jo-soares.html
















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